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Acusado de abusos sexuais contra adolescentes, professor de artes marciais é preso pela Polícia Civil em Vilhena
Inquérito apurava suspeitas de estupro, assédio e importunação sexual contra 8 vítimas adolescentes

Por Redação
Publicado Há 1 h
Atualizado Há 1 h
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No âmbito das ações do Maio Laranja, a Polícia Civil de Rondônia prendeu hoje, em Vilhena, um professor de artes marciais investigado por crimes contra a dignidade sexual. A operação é resultado de um inquérito que apura a prática de estupro, assédio e importunação sexual contra oito vítimas adolescentes.
 
A diligência foi executada de forma conjunta por agentes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) e da Delegacia de Homicídios, após o avanço das investigações que monitoravam a conduta do suspeito no ambiente de instrução esportiva.
 
INTEGRAÇÃO COM A REDE DE PROTEÇÃO
O desfecho da investigação contou com a atuação direta de órgãos que compõem o sistema de garantia de direitos. O fluxo de denúncias e o suporte inicial às vítimas foram viabilizados por:
 
Conselho Tutelar e CMDCA: Responsáveis pelo acolhimento institucional e pelo encaminhamento formal das demandas à autoridade policial.
 
Federação de Artes Marciais: Colaborou com o processo, auxiliando na condução das vítimas para o registro da ocorrência e reforçando o cumprimento de normas éticas da categoria.
 
CONTEXTO DA CAMPANHA MAIO LARANJA
A prisão ocorre em um momento estratégico de conscientização nacional. O Maio Laranja busca dar visibilidade ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, incentivando que instituições e familiares fiquem atentos a sinais de vulnerabilidade.
 
A integração entre a segurança pública e os conselhos municipais foi determinante para a coleta de provas e para assegurar que os adolescentes recebessem o atendimento psicossocial necessário durante o procedimento.
 
CANAIS DE PROTEÇÃO
A Polícia Civil reitera que o sigilo das investigações e a proteção da identidade das vítimas são rigorosamente mantidos, conforme estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
 
Denúncias de violência contra menores podem ser realizadas anonimamente pelo Disque 100 ou diretamente nas unidades da Polícia Civil e Conselhos Tutelares